segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dica de Anime - Monogatari Saga


A série Monogatari é incrivelmente maluca em muitos aspectos e talvez isso seja o que a torna tão legal.
A série (anime) é na verdade uma adaptação da light novel de Nishio Ishin, que conta com três arcos: 
Monogatari Series: First Season – Onde ocorre a introdução dos personagens
Monogatari Series: Second Season – Onde a relação do protagonista com cada uma das demais personagens (heroínas) principais e os problemas começam a serem resolvidos definitivamente.
Monogatari Series: Final Season – Aprofunda a história do personagem Oshino Ougi..


O anime conta com seis adaptações, porem apenas 5 foram lançadas:
(Listei na ordem em que foram lançadas e não na ordem cronológica)

Bakemonogatari
Nisemonogatari
Nekomonogatari: Kuro
Monogatari Series: Second Season
Hanamonogatari

A adaptação que ainda não foi lançada chama-se Kizumonogatari.
No anime a primeira adaptação lançada nos apresenta quase todos os personagens da série e explica rapidamente como se conheceram, porém sem muitos detalhes.



Cada uma das adaptações tem histórias e protagonistas (dentre os personagens apresentados) diferentes, mas ainda sim, essencialmente, o enredo gira em torno de Araragi Koyomi e seu envolvimento com "esquisitices" (eventos) sobrenaturais.


Esta semana farei um especial sobre Monogatari Series, então a partir de amanhã farei um post por dia falando de cada temporada (ou saga) da série, afinal cada um dos arcos traz sensações e reflexões diferentes, tornando assim impossível tratar de tudo em um único post. Nesse especial não vou tratar das novels, vou apenas citar de qual arco a adaptação pertence. Meu foco será passar aquilo que o anime transmite.



Para falar em um geral, a série é bem singular por "N" motivos, dos quais eu acho que merecem ser enfatizados o humor duvidoso, a velocidade em que as coisas acontecem no anime, a alternância proposital dos traços e o modo como é mostrado o interior das personagens.

Vale muito a pena assistir todos os arcos e vai valer a pena acompanhar o especial

Mata ashita. o/

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Pois as Asas de Um Coração Sonhador Ninguém Irá Roubar!

Pois é, faço dessas palavras minhas, porque finalmente posso falar de Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário. Acabo de sair do cinemas e devi dizer... Estou extasiada!


O filme foi incrível, e por mais que tenham havido alterações que não me agradaram muito, ainda assim, é impossível dizer que o filme não foi bom.


Bom, vamos lá. 
Como eu disse no post: Anime Nostálgico - Cavaleiros do Zodíaco, sou uma fã de carteirinha, então óbvio que eu notaria algumas discrepâncias entre o filme e o anime. A primeira mais óbvia é que a voz do Tatsumi (mordomo da Saori) não é a mesma, até aí, OK. A segunda foram as motivações do vilão (apesar de a maioria das pessoas terem assistido o anime, ainda sim não darei spoiler), no anime é bem mais forte e mais bem explicado, a motivação no filme ficou um pouco minimizada e foi explicada male má em uma única cena. Outro aspecto que confundiu um pouco foram alguns pequenos elementos visuais presentes na trama, por exemplo a falsa Atena. é difícil poder explicar os pontos negativos sem spoiler, porém se você assistir (ou se já tiver assistido) o filme vai me entender.
Outro ponto que achei bem negativo foi a troca do gênero de um dos cavaleiros de ouro.




Apesar de todos esses pontos, ainda sim, o filme foi muito bom. Toda a combinação dos elementos do filme como a direção, o design, o trabalho de dublagem, Kami-sama segure meu coração, o dublador do Saga de gêmeos está OVER 9000 de ensandecido, é impossível descrever em palavras, eu acho que desde o famoso "Morra Seiya, seu viadinho", o dublador nunca foi tão feliz em um trabalho, ele está magnifico. Todos os outros dubladores estão incríveis, talvez por conta de todo tempo em que trabalharam com os mesmos personagens durante o anime, eles conseguiram incorporar perfeitamente cada personalidade, cada trejeito... A cada golpe narrado era um pulo arrepiado na cadeira do cinema.



Além de todos os elementos bons e ruins do filme, ainda há o fator nostalgia contra o fator alterações, como por exemplo no design das armaduras, no design do Santuário de Atena e mesmo algumas alterações do roteiro. Mesmo com todas as alterações, o filme ainda não perde sua magia e a inocência que havia no anime. O que os fãs de CDZ tem que entender é que é impossível trazer TODA a história da Saga das Doze Casas para um filme de uma hora, uma hora e meia, seria impossível. Em minha opinião todas as alterações foram devidamente equilibradas de acordo com o tempo do filme, todas são facilmente aceitas.



Em fim, o resumo da ópera é que me valeu cada minuto de espera e cada centavo gasto, havia ANOS que eu não me sentava no cinema e vibrava a cada cena, como eu já disse, a cada poder invocado era um arrepio, cada referência, cada cena de impacto era uma levada de mão à boca. Há quantos anos eu não unia minhas mãos durante um filme? O filme tem sim seus defeitos, e tiveram sim coisas que quase me irritaram, mas devo dizer que, nenhum deles conseguiu roubar as "asas do meu coração sonhador".

Sim, eu estava assim na metade do filme, só que com os olhos mais abertos que uma coruja.


Cavaleiros, elevem seus cosmos ao máximo!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Anime Nostálgico – Yuyu Hakusho

こんにちは皆さん、お元気ですか。
Olá pessoal, tudo bem?



Para mim existem três animes que são os mais importantes e queridos. Meus marcos de entrada no mundo dos animes/mangas são: Cavaleiros do Zodíaco (como não amar?), Yuyu Hakusho e Guerreiras Mágicas de Reyarth, e hoje falaremos de Yuyu Hakusho.



Yuyu Hakusho é um shonen, foi escrito por Yoshihiro Togashi e começou a ser publicado pela Shounen Jump de 1990 a 1994. Foi em 1996 que a nossa amada, e falecida, Rede Manchete passou a exibir o anime, este que fora trazido pela Tikara Filmes ao Brasil.
A história do anime é sobre Yusuke Urameshi, um estudante delinquente que, no maior estilo Ned Stark, morre no primeiro episódio para salvar uma criança de um atropelamento. Após sua morte repentina o espirito dele passa a vagar e a guia espiritual Botan vem dar-lhe a notícia de que não há lugar para ele nem no céu e nem no inferno, pois a atitude dele não era esperada. Apartir daí inicia sua busca pela ressurreição. Depois de inúmeras, e duras, provações ele consegue ressuscitar e como pagamento passa a trabalhar como detetive do mundo espiritual.


O anime é dividido originalmente em quatro sagas:
(Deixarei entre parênteses as nomenclaturas Hatsukianas)
Detetive Sobrenatural
Torneio das Trevas (Toguro)
Portão do Inferno (Sensui)
Makai (Mundo das Trevas)

Além da saga principal temos dois OVA's e 2 filmes.
Filmes: Meikai shitô hen - Honô no kizuna, em português, A Batalha do Meikai – Laços de Fogo (BR);
YuYu Hakusho: The Movie: The Golden Seal


Quanto aos OVAs, temos: O Sequestro/Rapto de Koema;
e
Yu Yu Hakusho – Eizou Hakusho

Além destes encontrei um curta chamado: Yu Yu Hakusho – Picture Drama (esta é muito engraçada e rende umas boas risadas).


O anime em si é bem engraçado, mas o que o torna mais fantástico são as dublagens para o português. Yuyu Hakusho, em minha humilde opnião, é um marco na história da dublagem brasileira, juntamente com CDZ.
Houve uma redublagem em 2004, para sua exibição no canal Cartoon Network, mas não deu muito certo, pois a dublagem de 1996 foi tão característica e tão memorável que nenhum outro trabalho poderia substitui-la.


Em resumo, Yuyu Hakusho é sim um anime para ver e rever OVER 9000 vezes.
Bom, como fã, não poderia deixar de mostrar minha coleção Yuyu, então estou postando todas as fitas, gravadas da Rede Manchete em 1996.


Só tem uma coisa que me entristece em relação a Yuyu Hakusho, diferente de CDZ, não houve tanta divulgação, então não encontrei, na época, materiais sobre o anime e tudo que tenho, além das fitas, está no PC.
Yuyu Hakusho é um anime para morrer de saudades. :3

Para ver os OVA's: Clique aqui.
Para Baixar os filmes acesse o Hyuuga Downloads:
Aqui e Aqui.

Mata ne.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Dica de Anime - Barakamon

Não gosto de falar sobre animes que ainda não estão completos (ao menos a primeira temporada), pois tenho pavor de finais horríveis.
Mas Barakamon conseguiu fugir a regra, é um anime divertidíssimo que trata o cotidiano das cidades de interior, japonesas com muito humor.

A história é sobre Handa Seishu um jovem calígrafo, que após socar um calígrafo mais velho e famoso, se isola em uma pequena ilha para buscar inspiração e se afastar da confusão gerada.
Como um cara de cidade grande, Handa tem de se adaptar aos seus novos vizinhos excêntricos do interior, como pessoas que viajam em tratores, visitantes indesejados que nunca usam a porta da frente, crianças irritantes usando sua casa como um parque infantil, entre outras maluquices.

O anime me chamou atenção em especial pelo traço (sim isso me importa MUITO na hora de decidir um anime para assistir), achei o traço bem definido e limpo, bem como eu gosto.


Além do mais, os personagens são incríveis, cada um tem sua relação com o protagonista e todos são tão carismáticos que está difícil não se apegar a eles (ainda bem que nada indica que vai ser a lá GoT).
Sem contar que é bacana eles tratarem de algo tão tradicional como a arte da caligrafia japonesa.



Sem mais delongas, o anime é indicado para aqueles dias de ócio que você não tem pra onde ir. 
É indicado como acompanhamento, um lugar fresco e arejado, com pipoca e um suquinho bem gelado. <3


Mata ne! (^_^)v

Baixe no Hyuuga Downloads
e
Assista online no Anitube 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Um Pouco Sobre Moda - Visual Kei [Kotevi Kei]

O Visual Kei surgiu dentro de uma imensa ebulição cultural no Japão, mais precisamente nos anos 80, no âmbito do rock japonês que originou um novo movimento musical amplo e diferenciado. Bandas como X Japan, D’ERLANGER, DEAD END, BUCK-TICK, Kamaitachi e COLOR, influenciadas pelas sonoridades ocidentais (hard rock, heavy metal, punk rock, pós – punk, death rock, SKA, e elementos originários da musica clássica), transformaram seus visuais em suas músicas e suas músicas em seus visuais, originando assim o chamado Visual Kei ou “VK”


A tentativa de se diferenciar gerou várias vertentes e o termo Visual Kei já não era mais o suficiente para descreve – los, assim sendo o termo passou a desempenhar o papel de não mais identificar apenas a musicalidade das bandas, mas sim suas características estéticas, dando origem aos subgêneros.


O primeiro subgênero de que trataremos será o Kotevi Kei:
Enfatizando mais as performances de palco do que as musicais, este grupo utiliza-se de roupas mias vistosas sendo chamado de “oposto do Soft Visual Kei”.
Segundo a autora do blog “Jmusic Visaul Kei”, Nero, é considerado um dos subgêneros mais importantes do Visual Kei, ao menos até a década de 90, e as bandas adeptas costumam atuar principalmente e expressivamente na cena indie, além disso,este subgênero se subdivide em dois grupos, Kuro Kei e Shiro Kei.

Sobre o Shiro Kei
 A palavra “SHIRO”, em japonês, significa branco, o que traduz o visual e as músicas deste grupo. No Shiro Kei as composições são mais “limpas”, ou seja, a musica é mais melodiosa, sem perder as características “VK”. O visual não é tão carregado, e como o nome sugere, existe uma grande utilização branco em suas roupas. Um exemplo de banda Shiro Kei é a banda L'arc~ en ~ ciel.


Sobre o Kuro Kei
Em contraposição ao shiro kei, este grupo tem em suas características musicais sons mais pesados e obscuros. A palavra “KURO”, em japonês, significa preto ou escuro, característica essencial deste grupo. Uma banda exemplo máximo de Koru Kei é o Dir en Gray, em sua primeira fase.