domingo, 9 de novembro de 2014

Especial Mais Shoujo no Brasil - Suki-tte ii na yo

Para o post de hoje trago um anime realmente me fez ver os shoujo com outros olhos.
Suki-tte ii na yo é um anime incrivelmente kawaii, que nos faz realmente acreditar que o amor inocente de contos de fada existe.


A história de Suki-tte ii na yo se passa em torno de Tachibana Mei, uma estudante de 16 anos bastante quieta e tímida. Por conta de um incidente na sua infância, ela não confia em ninguém, o que faz com que ela não tenha amigos e nem se interessem em falar com as outras pessoas. Ao se encontrar, quase que acidentalmente, com Kurosawa Yamato, o garoto mais popular da escola, desperta nele um interesse por ela, e é através das tentativas do garoto de se tornar amigo da silenciosa garota, que Mei acaba começando a acreditar novamente nas pessoas.



Suki-tte ii na yo tem muitos dos aspectos de um shoujo convencional, no entanto, só o fato de o popular se interessar pela não popular já muda muita coisa, sem contar que as dificuldades só ocorrem mesmo depois que os dois já estão juntos. A história nos mostra um pouco do que grande parte dos adolescentes passam quando começam a descobrir os sentimentos que confundem-lhes a cabeça.


Além de que as dificuldades e mal entendidos (que tem em todo bom shoujo) que os dois encontram aos poucos durante o anime são rapidamente solucionados, eles não demoram mais de três (chutando alto) para resolver, ou seja, é um shoujo com todas as características de um shoujo convencional, sem o fator chave pra se tornar chato, a ENROLAÇÃO.


É claro que pelo contexto da história muita coisa acaba "atrapalhando" a relação dos dois, principalmente porque a protagonista, Tachibana Mei, nem sequer falava com outras pessoas na escola, então muitas dúvidas surgem na cabeça dela quando ela acaba, do nada, arranjando um namorado. Ela não sabe como reagir a certas ocasiões e situações, mas como eu disse, tudo é rapidamente resolvido.


Um fator que é muito marcante na história é o que falta na maior parte dos shoujo, diálogo. Quando algo está incomodando um dos personagens eles CONVERSAM um com o outro para resolver e sanar esse incomodo, o que é muito difícil de se ver em outras histórias deste segmento. Eu acho isso bem bacana porque nos ensina que se você apenas ficar remoendo um problema ele não vai se resolver, ainda mais quando não se trata apenas de você.


Em resumo, Suki-tte ii na yo é um anime muito fofo e cativante, não é muito comprido e muito menos enrolado que muito shoujo por aí.


Suki-tte ii na yo é um anime para se ver com pipoca e chocolate, acompanhado de um bom chá gelado, com uma pitada de bom humor.

PS: Não recomendo assistir quando se está carente. ;3

Mata ne.! o/


Onde encontro Suki-tte ii na yo?

Mangá online: aqui.
Mangá para Dowanload: aqui.
Anime online: aqui.
Anime para download: aqui.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Especial Mais Shoujo no Brasil - Toradora

Konnichiwa minna-san.
Juntamente com o segundo post do especial #MaisShoujonoBrasil, quero dar uma notícia muito bacana, nossa primeira parceria! Nosso primeiro parceiro é a página Nerds de Garagem, acessem, curtam a página e vejam o conteúdo. :3

Bom, no post de hoje eu trago um shoujo MUITO fofo, e apesar de ter todos os elementos necessários para um shoujo convencional, ele não é nem um pouco convencional.



Na história de Toradora Takasu Yuuji é nosso protagonista, e ele poderia ser um estudante como outro qualquer, mas graças ao olhar que herdou do seu pai, muitas pessoas tem medo dele e o confundem com um delinquente. Com o início das aulas, ele está numa nova nova sala e é hora de tentar desfazer os mal-entendidos quanto à sua aparência. No entanto, não é tão simples assim e além disso, ele parece não ter forças para se declarar a Kushieda Minori, a garota de quem ele gosta, e que está na mesma sala que ele. Em um dia comum ele acaba conhecendo, acidentalmente, a pequena Aisaka Taiga, que é considerada outro perigo na escola, e então a confusão está gerada.



O que me atrai em Toradora é que os triângulos amorosos que ocorrem não são aquela coisa convencional de: os dois protagonistas se amam e aparece alguém para atrapalhar tudo, e ocorrem milhões de equívocos para separar o casal principal e... Bom, Toradora não tem essas enrolações. Em Toradora os dois principais, Taiga e Yuuji, começam como amigos que se ajudam a conquistar seus respectivos crush.



Conforme eles vão se aproximando, e se apoiando conforme as dificuldades vão chegando, eles acabam se conhecendo melhor e ficando confusos com os sentimentos entre eles. Ou seja, eles mesmos acabam criando seus triângulos amorosos, mas diferente de um shoujo convencional as dificuldades que ocorrem envolvem família, amizade e companheirismo acima de tudo.



Eu não li o mangá (my bad), mas o anime é extremamente fofo, na mesma época que eu assisti Toradora eu tinha acabado de assistir Clannad, então eu já tinha gasto as lágrimas do ano todo, então Toradora veio e salvou meu ano, o anime é muito engraçado e as confusões que eles se metem são realmente um sarro. É um anime que te faz rir muito e também te faz se emocionar na dose certa. É um anime curtinho e bem leve de assistir, é o típico, só mais um e eu desligo, mas nunca desliga. ;3


Toradora é um anime para assistir em dias chuvosos, acompanhado de pão de mel e chocolate quente, salpicado com pocky e docinhos bugiganga.

Não deixem de conhecer a Nerds de Garagem, e...
Mata né.


Onde encontro Toradora?

O mangá online você encontra: aqui.
O Mangá para Download: aqui.
O Anime online: aqui.
O Anime para Download: aqui.



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Especial Mais Shoujo no Brasil - Vampire Knight

Minna-san konnichiwa.

Como prometido, iniciarei o especial de duas semanas de Dicas de Animes shoujo que eu assisti, em homenagem à campanha #MaisShoujoNoBrasil.



E o primeiro post não podia deixar de ser sobre esse anime que me trouxe muitas coisas boas, foi através desse anime que muita coisa na minha vida aconteceu.



A história acontece essencialmente dentro dos domínios do Colégio Cross, um internato de prestígio que divide os alunos em dois grupos: A Day Class (Classe do Dia), cujos alunos são humanos. E a Night Class (Classe da Noite), constituído apenas por vampiros. O objetivo do colégio é promover a convivência pacífica entre ambas as espécies.
Dentro do colégio a principal regra para a Classe da Noite é a proibição de beber sangue humano, em substituição, eles devem tomar pastilhas de sangue. Para que a Night Class se comporte devidamente o diretor do Colégio, Cross Kaien tem sua total confiança em Kuran Kaname, um sangue puro que salvou a filha adotiva do diretor, Cross Yuuki (pela qual o vampiro demonstra-se apaixonado), quando esta ainda era uma criança. Além disso, como a Day Class nem imagina que os alunos da Night Class sejam vampiros, o cargo de monitores fora criado com o intuito de proteger este segredo, então cabe aos monitores fiscalizar a Night Class para que sigam as regras, e a Day Class para que não descubram a verdade. O cargo fora dado aos dois filhos adotivos do Diretor, Cross Yuuki, que não se lembra de nada de sua vida, sua primeira memória é do momento em que Kaname Salva sua vida. E o segundo cargo pertence a Kiriyuu Zero, único sobrevivente de uma família de caçadores de vampiros que fora chacinada por um sangue puro.


Vampire Knight é de longe o tipo de shoujo fora do convencional, então por que eu, que sempre digo que odeio shoujos, estou postando sobre ele, já que o especial é sobre os shoujo que eu considero bons? Bom, a trama principal de Vampire Knight é o triângulo amoroso entre Yuuki, Kaname e Zero, fato irrefutável, mas o que chama realmente a atenção é todo o mistério que envolve cada um dos personagens, sem contar os elementos chave como o conselho dos anciões e a associação de caçadores, que dão à história outras tramas e mistérios em que pensar.


Todos os personagens, mesmo os aleatórios são de certa forma cativantes, em minha humilde opinião de merda a única não cativante é a Yuuki com seu "vou ajudar todo mundo, mas não consigo ajudar ninguém porque sou uma abobada", no entanto ela é a chave para o desenvolvimento de outros personagens importantíssimos (infelizmente).


Como todo bom shoujo, os fãs sempre se dividem entre time casal tal, time casal fulano de tal, e Vk não é diferente, eu sou time Kaname e Yuuki, porque como meu personagem favorito é o Zero (), eu não queria que ele ficasse com a boboca da princesinha.


O mangá e a animação de Vampire Knight são bem parecidos, no entanto o mangá continua após os acontecimentos da última saga do anime. O mangá possui 19 volumes e o anime duas temporadas, Vampire Knight e Vampire Knight Guilty.


Como eu disse muita coisa boa veio de Vampire Knight para mim, inclusive meu nome. Murasaki Hatsuki somente surgiu após o término da saga Guilty por que o final não me agradou, então eu e minha onee-chan começamos a escrever uma fanfic de VK onde pretendíamos matar a personagem Yuuki, mas no fim acabamos terminando a fic sem mata-la. Passamos a publicar a fic, mas tivemos que parar na metade pois ambas tiveram problemas técnicos em seus PC's e perdemos todos os históricos com a história, e infelizmente tínhamos apenas no PC.


Vampire Knight é um anime para se ver com seu (a) melhor amigo (a), acompanhado com pipoca e refrigerante.


Para quem quiser baixar o anime: clique aqui para a primeira temporada e aqui para a segunda.

Ler o mangá online: clique aqui.

Comprar os volumes: clique aqui.

Ler a fanfic: clique aqui.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Campanha Mais Shoujo no Brasil e um Mundo de Possibilidades

Konnichiwa minna-san!

Hoje venho fazer um post sobre algo que achei extremamente legal no mundo dos animes. Uma iniciativa incrível do público consumidor de mangás shoujo no Brasil, e como o Anime Nostálgico da semana passada foi um Shoujo incrível, achei pertinente e justíssimo falar dessa iniciativa que já se tornou um grande movimento ao meu ver.


É sabido que o mercado de mangás brasileiro é falho sim, inúmeras sequências ficam sem final, e a variação de títulos é ainda menor. Para as pessoas das cidades grandes a dificuldade em encontrar é um pouco menor, não significando que ela não exista, mas para as pessoas que como eu moram em cidades interioranas essa dificuldade aumenta consideravelmente.



Essas dificuldades são ainda maiores quando se trata de mangás do gênero shoujo, pois segundo a maioria das editoras este não é um gênero tão procurado (seja por garotos ou garotas) no Brasil. A maioria dos títulos Shoujo que temos hoje são ou relançamentos, ou se um título novo aparece ele acaba cancelado na metade, como o caso de Otomen.



Com isso em mente algumas pessoas iniciaram uma pequena campanha chamada Mais Shoujo no Brasil, que consiste em uma iniciativa do público consumidor desse gênero em mostrar para as editoras do país que há sim uma quantidade suficiente de pessoas interessadas no assunto, que consumiriam muito mais se houvessem mais opções e menos cancelamentos.


Eu já havia ouvido falar da iniciativa, mas imaginei (com o meu enorme preconceito e falta de conhecimento sobre o gênero) que era apenas fogo de palha, e que não chegaria a lugar nenhum. Eu como consumidora de mangás e animes, detesto assistir shoujos, tendo sim suas exceções (ou seja, não é que nenhum seja bom, só não me atraio pela maioria), mas quando vi uma postagem na página da Panini no Facebook, minha cara foi esfregada miseravelmente no chapisco.

Clique na imagem para ser direcionado para a postagem no Facebook da Panini e dar uma força pro pessoal da campanha.
Sim, a campanha cresceu pra caramba e eu com a minha cara rachada decidi que divulgar a iniciativa era não só uma ajuda pro pessoal que iniciou-a, mas sim uma obrigação como parte do público consumidor. Eu não tenho muitos detalhes sobre a campanha em si mas quem quiser saber mais sobre pode dar uma passada no blog Otome Tea Time, que elas fizeram uma entrevista com os dois idealizadores do, agora, movimento pró-shoujo.


Como eu já disse não sou uma fá de carteirinha do gênero Shoujo, mas não significa que eu não goste de nenhuma obra que se encaixe nele, então tive a ideia de um novo especial para o blog, decidi que durante duas semanas farei postagens de Dicas de Animes apenas sobre obras Shoujo que eu gostei de assistir.


Para finalizar eu deixo um pedido para os leitores (as) do Hatsuki M. Compartilhem a iniciativa, pois a atitude foi muito bacana e digna, e mesmo que você ODEIE o gênero, não custa ajudar, porque isso pode fazer com que as editoras abram mais espaço para novos títulos, não só Shoujo, mas de todos os gêneros de mangá, e assim criando um mercado mais bem atendido.

Pessoal da Campanha, parabéns pela iniciativa!


Mata ne! o/


PS: Não conheço todos os títulos das imagens dessa postagem.

sábado, 1 de novembro de 2014

Anime Nostálgico - Guerreiras Magicas de Reyearth


Guerreiras Mágicas de Reyearth é uma obra do grande estúdio Clamp, publicado em seis volumes pela editora Kodansha. Foi inicialmente publicado pela revista semanal Nakayoshi de 1993 a 1996. No Brasil o mangá foi lançado pela editora JBC mas diferente do original japonês foi publicado em doze volumes de 2001 a 2002, e foi relançado no ano de 2013, dessa vez no chamado formado de luxo, e em seis volumes como o original e conteúdo remodelado, com cenas novas que não foram passadas para o Brasil.
Quanto ao anime, foi feito em quarenta e nove episódios que foram divididos em duas partes. A primeira parte, que eu costumo chamar de saga, é composta de vinte episódios e segundo as nomenclaturas Hatsukianas é a saga da Princesa Esmeralda. A segunda fase contou com vinte e nove episódios, nomenclatura Hatsukiana: Saga da Debonair, mais um OVA com três episódios.

No Brasil foi exibido pelo SBT, sim, no canal do Tio Silvio. Muitas pessoas acham que passou na nossa amada Rede Manchete, mas Silvio ji-chan passou na frente com Guerreiras Mágicas, no auge do sucesso de Cavaleiros do Zodíaco e Sailor Moon. A exibição brasileira foi de 1996 há 1998 no programa da Eliana, quando o Bom dia e Cia era bom.


O anime tem algumas diferenças (como sempre) da mangá. Por exemplo, as personagens Debonair e Nova não existem no mangá. Algumas diferenças foram adicionadas pelo próprio estúdio Clamp, pois a história do mangá era bem pequena.



A história de Guerreiras Mágicas de Reyearth é basicamente sobre três garotas colegiais, inicialmente sem vinculo nenhum e com personalidades totalmente opostas, que em uma grande coincidência acabaram indo para uma excursão escolar à Torre de Tóquio de onde foram transportadas para o mundo de Zefir (o nome original é Cefiro, mas na dublagem brasileira o termo era Zefir). Ao chegarem ao mundo de Zefir foram recebidas por Guru Clef que contou-lhes que a princesa Esmeralda (Emeraude no original), pilar daquele mundo, fora sequestrada por seu sumo-sacerdote Zagar (Zagato no original), e que elas eram as escolhidas para salva-la e assim salvar o mundo, ou elas não poderiam voltar para casa.


Cada uma das garotas recebeu recebeu, do próprio Clef, um poder mágico e a primeira missão de conseguir chegar no ferreiro de Zefir, que por um acaso era uma mulher, a Pricila (Presea no original),  para conseguir suas armas e armaduras, que eram muito legais porque evoluíam de acordo com o evoluir de seus poderes.




Lucy (Hikaru) recebeu o poder do fogo, Marine (Umi) recebeu o poder da água, e Anne (Fuu) recebeu o poder do vento. Depois de receberem as espadas feitas por Priscila, as garotas foram atrás de seus respectivos Espíritos Gênios (Mashins) Rayearth, Seres (Selece) e Windam. Logo no primeiro episódio Clef é transformado em pedra por Zagar e quem acabou designado para guia-las em seus caminhos para se tornarem as Guerreiras Mágicas de Zefir, foi ninguém menos que o personagem emblemático do estúdio Clamp: Mokona.





Guerreiras Mágicas de Reyearth como eu já havia comentado é um dos animes que me fizeram mais feliz durante a minha infância, é o terceiro da categoria: mais importantes e queridos. Isso porque o anime tem muito de shounen, porém não perde sua essência shoujo, é a mistura perfeita. Por que digo isso? Eu explico.


Em Guerreiras Mágicas, todo o evoluir das personagens não depende apenas do quanto elas batem (e elas batem bastante), em cada batalha elas não apenas aumentam seus poderes, mas sim evoluem como “pessoas”, o evoluir das armas e armaduras delas não depende tão somente do número de batalhas que elas vencem, mas sim de como elas lidam com as pessoas e com sigo mesmas, é um anime bem fechadinho tem muito a ensinar para uma criança de 5 anos.


Além do mais, Magic Knight tem todos os elementos de um shoujo, tem triângulos amorosos, tem enrolações e dúvidas sobre seus sentimentos, tem romancinho pra lá e pra cá, amores platônicos, tem tudo isso, mas o que torna o anime o Shoujo Perfeito é o fato de que é mostrado que uma garota por mais delicada que seja, pode sim se sacrificar pelos que lhe são importantes, uma garota pode sim lutar até a exaustão contra um vilão Badass e vencer, Guerreiras Mágicas mostra que o poder de uma garota/mulher não é somente no emocional, se for preciso uma garota vai sim pegar em uma espada e levar sua palavra até o fim.


 Isso é tão nítido no anime que a Lucy, a Marine e a Anne, em todas as lutas se arrebentam inteiras, é um anime que mostra que garotas se levantam depois de sangrar, que não correm perante um monstrengo. Aliás, só de ter sangue em um shoujo já me faz elevar a nota de 0 para 7 em segundos. Além de que, Guerreiras mágicas tem os Gênios, que são rôbos a lá Gundam, que metem soco em quem for. Sem falar da trilha sonora também que é literalmente MÁGICA (com o perdão do trocadilho xD)


O bem da verdade é que Guerreiras mágicas de Reyearth é um anime excelente, e se for pra apontar um ponto negativo o único seria que esse eu não tenho completo em VHS. Infelizmente o anime parou de ser exibido perto de seus últimos episódios o que deixou minha coleção incompleta, me obrigando a baixar os últimos episódios na internet.


 Para finalizar, deixo aqui um gostinho de saudade com a abertura mais legal do anime.

Você encontra para baixar a série Aqui e o OVA Aqui.

Mata ne. :3