sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Anime Nostálgico - Shurato

Faz tempo que esta seção do blog não aparece por aqui, ainda mais com a enxurrada de novidades que tivemos no final do ano passado e no início deste ano.
Mas, como meu Ojii-sama já dizia: "nem só de novidades vivem os humanos", então o post de hoje é para fazer justiça a esta obra que muitos julgam mal.


O mangá de Shurato (ou Tenkū Senki Shurato  - "A Guerra Celestial de Shurato"), foi escrito por Hiroshi Kawamoto e adaptado para anime pela Tatsunoko Productions. Começou a ser publicado no final da década de 80 na revista  Shōnen King, da revista Shōnen Gahosha.
O anime estreou na TV Tokyo em 1989 e continuou até os anos 90, gerando 38 episódios, e seu final só foi mostrado no OVA (Tenkū Senki Shurato – Sousei e no Anto) em 1991.
Fora do Japão Shurato teve maior sucesso na França e no Brasil. 


Para mim, no Brasil, Shurato foi mais uma obra com ótimo trabalho na dublagem. Não foi um marco como Yuyu Hakusho, mas com certeza foi um trabalho muito bem feito.


Quero dizer que acho muito injusto quem chama Shurato de "Cavaleiros do Zodíaco genérico". Para começo de conversa, CDZ trata da mitologia grega, e Shurato da mitologia budista/hindu. Segundo que o enrredo é bem diferente. Não estou dizendo que Shurato é melhor que Cavaleiros, mas não podemos também tirar os méritos do nosso protagonista maluco e desajeitado.


Bom, antes de simplesmente defender Shurato, vamos à sinopse:
Shurato e Gai são melhores amigos, porém rivais no mundo das artes marciais. Um dia em um tornei os dois iriam lutar ente si, mas no meio da luta, uma luz acaba levando os dois para um mundo totalmente diferente, o Mundo Celestial. Ao acordar, Shurato se da conta que não está mais no Japão e que Gai não está ali. Ele acorda em companhia de Rakesh, que (bem atrevida) o acorda com um beijo. No meio da confusão com Rakesh, Gai aparece vestindo uma "armadura" estranha e ataca Shurato, que junto com a garota, é salvo por Leiga, e levado a presença da deusa Vishnu, que explica-lhe que ali, no Mundo Celetial o que rege as pessoas é Souma (tipo o cosmo, o Ki ou a energia espiritual), e que ele é um dos oito guardiões do povo de Deva.


Ela explica que Gai também é um dos oito guardiões, mas que ele fora dominado pelo Souma negro (tipo o Dark Side), e que Shurato deve se juntar aos demais guardiões para proteger o Mundo Celestial das forças malignas do povo de Asra. Na mesma noite em que Shurato é levado, o general Indra, braço direrito da deusa Vishnu, a trai transformando-a em pedra. E cabe a Shurato, o rei Shura, salva-la e resolver o equívoco que divide os guardiões.


O que mais eu gosto em Shurato é que, apesar de ser o protagonista, ele não aceita tudo logo de cara. Veja bem, ele do nada acorda em mundo sem nenhum tipo de tecnologia, totalmente diferente do mundo onde ele vivia, dizem pra ele que ele é a reencarnação do Rei Shura, e que ele tem que proteger um povo que ele nem se quer conhece. É óbvio que ele não aceita tudo numa boa de começo. Sem contar que ele vai se tornando forte aos poucos, ele nem se quer sabia que o souma existia, não sabia o que era um Shakti (lê-se shakiti. É a armadura que eles usam). Então ele não é do tipo "sou bom porque sou o protagonista", e isso cativa ao decorrer do anime todo, mesmo no final da série de TV exibida no Brasil ele ainda era ingênuo ao ponto de não saber se adaptar a tudo aquilo.


Além do mais, Shurato traz boas lições como o valor das amizades, e nunca desistir de alguém de quem se gosta (no caso dele e do Gai), mas também que não devemos nos fechar para conhecer pessoas novas só porque você tem aquele seu amigo de tempos. Shurato também nos ensina a abraçar responsabilidades e não fugir delas só por causa de seu peso.


E então, viu como Shurato é legal? Sem falar que a trilha sonora e os traços são muito bons. E como sempre eu tenho o meu pequeno orgulho, que são as fitas gravadas da Rede Manchete, versão de 1996. E
Eu tive um boneco original do Shurato, mas infelizmente ele se perdeu com o tempo. =/


Mata ne. o/

e...

"Om Shura sowaka"

Para baixar o anime completo: clique aqui.
E para os OVAs clique aqui.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Dica de Anime - No Game No Life.

Como eu disse no primeiro post do ano, alguns dos animes da Lista dos Melhores de 2014 merecem um post só para eles, e esse é o caso do anime que vamos falar hoje.


No game No Life (ノーゲーム・ノーライフ) é mais um anime que se baseia no mundo dos jogos, mas dessa vez, de um modo bem peculiar, e também é mais uma adaptação de uma Light Novel, escrita por Kamiya Yuu, incrivelmente ele é brasileiro e foi um dos primeiros a ser bem sucedido no Japão como Mangaka.


Nossos protagonistas são os irmãos Sora e Shiro, ambos hikikomori (ou NEET para quem preferir), viciados em games de todos os tipos. Um dia eles recebem um e-mail de alguém os desafiando para uma partida de xadrez, e ao vencerem são transportados para um mundo diferente do deles. O jogador que os desafio chama-se Teto e ele os leva para um mundo onde tudo é decidido através de jogos, guerras são proibidas, e até mesmo fronteiras geográficas são decididas através de jogos.


O anime é muito bom, e apesar dos traços peculiares, e do humor apresentados, ainda assim passa uma mensagem interessante para quem o assiste. Não adianta jogar um jogo, se não for para se divertir. Sem falar da trilha sonora, principalmente a Opening, que é muito, mas muito boa MESMO.


Tem seus pontos Ecchi, mas nada muito pesado, nem se compara com os animes inteiramente Ecchi. E isso não tira nem um pouco os méritos da história, com ecchi ou sem a história é definitivamente incrível, todo o contexto e a premissa da história são muito bem elaborados.


Cada personagem tem seus pontos de personalidade bem definidos, como os dois protagonistas, que não podem se separar nunca, ou eles tem ataques de depressão. E por ser uma adaptação de Light Novel, o mangá saiu após o lançamento do anime, então você pode encontrar a história nas três formas. E em breve teremos boas notícias, o próprio autor anunciou que tanto a Novel como o Mangá serão lançados no Brasil.


Mas o mais legal mesmo é o lema do Kuuhaku (Nick Name de Sora e Shiro que sempre jogam juntos como um só):

"O Kuuhaku nunca perde."


No Game No Life harmoniza bem com um dia quente, com suco gelado e pipoca com manteiga.
É contraindicado assistir no período noturno, pois a chance de passar a noite inteira assistindo é altíssima. Se você presa por seu sono, não assista de noite. xD


Você encontra No Game No Life

Para baixar: aqui.
Para assistir online: aqui.

O mangá: aqui.
A Light Novel: não encontrei T-T

Episódios especiais: aqui.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Um Pouco Sobre Moda - Visual Kei Resumo



Apartir desta semana conturbada voltaremos com a série sobre Visual Kei, mas para recomeçar, faremos um pequeno resumo sobre o que já vimos.

Primeiramente:

Clique para ser direcionado ao post original

O que é o Visual Kei?

O Visual Kei é um movimento musical intrínseco à moda, nascido no Japão dos anos 80, em uma resposta da juventude ao sistema social em que estavam vivendo naquela época.
O visual dos integrantes refletem as músicas que ouvem e suas músicas influenciam diretamente no tipo de vestimenta daquela pessoa.
Além disso o movimento se divide em subgêneros que se diferenciam entre si. E uma das bandas percursoras do Visual Kei é a aclamada X Japan.




Subgêneros que já abordamos:
Clique nas imagens para ser direcionado aos posts originais.

Kotevi Kei


- Enfatiza mais as performances de palco do que as musicais;
- utiliza-se de roupas mias vistosas sendo oposto ao Soft Visual Kei;
- considerado um dos subgêneros mais importantes do Visual Kei até a década de 90; 
- se subdivide em dois grupos, Kuro Kei e Shiro Kei.

Kuro Kei

- Características musicais com sons mais pesados e obscuros;
-  grande utilização de preto em suas roupas;
- Visual mais carregado.

Ex de banda - Dir en Gray, em sua primeira fase.


Shiro kei

- Contraposto ao Kuro kei
- composições são mais “limpas”;
-  música mais melodiosa, sem perder as características “VK”. 
- visual mais leve 
- grande utilização branco em suas roupas. 

Ex de banda : L'arc~ en ~ ciel.



Oshare kei

- Músicas mais alegre e próximas ao pop;
- visual mais alegre e colorido; 
- é considerado um dos mais famosos gêneros do Visual Kei.

Ex de banda : An-Cafe.



Koteosa kei

- Considerado como uma “evolução” do Oshare Kei; 
- A aparência e a música de ambos os grupos se assemelham muito;
- considera-se que seja o resultado da fusão do Oshare Kei, com o Kotevi Kei.

Ex de banda : LM.C.

Soft Visual Kei


- Mais simples dos subgêneros;
- roupas pouco chamativas e pouquíssima maquiagem;
- considerado oposto visualmente oposto ao Kotevi kei;
- muito semelhante ao kotevi (shiro kei) nas características musicais.

Ex de banda: Glay.


Isso foi tudo o que vimos até agora, porém muito ainda está por vir. :3

Mata ne. o/

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Nota da Autora - Novidades de Início de Ano

Minna-san konnichiwa. ^^

Passando para dar uma notícia hiper bacana.

Agora o blog tem uma página no Facebook!!!
AEEEEAEAEAEAE.


Pra quem quiser curtir o link é esse aqui:
https://www.facebook.com/hatsukim

Eu a criei para poder ficar mais perto dos leitores do blog. ^^
Curtam lá e comentem. :3

Quem quiser também pode me seguir no Twitter e no Instagram.

Mata nee, bye bye. ^^

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

De Volta ao Trabalho - Melhores de 2014

Minna-san konbanwa!

Como foi a passagem de ano?

Bom, 2014 acabou, e mesmo tendo sido uma no level A em dificuldade, nos trouxe grandes obras no mundo dos animes e mangás.

Com isso em mente decidi fazer uma mini lista dos melhores de 2014, com os animes lançados no ano passado e que eu realmente achei que valeram a pena assistir. Não farei sinopse pois acho que muitos deles merecem um post mais aprofundado, e muitos outros eu já fiz a resenha aqui no Blog.
Os que já tiverem sido citados aqui terão link direcional para as respectivas resenhas.

Vamos começar!

1 - Sword Art Online II: Phantom Bullet (completo)


2 - Barakamon (completo)


3 -  No Game no Life (completo)


4 - Tokyo Ghoul (completo)


5 - Hanamonogatari (completo)



6 - Akatsuki no Yona (em andamento)


7 - Ao Haru Ride (Aoharaido) (completo)


8 - Ookami Shoujo to Kuro Ouji (completo)


9 - Soul Eater NOT! (completo)


10 - Bishoujo Senshi Sailor Monn Crystal (em andamento)


Vale notificar que a segunda temporada de Tokyo Ghoul já está sendo lançada, e uma nova adaptação da série Monogatari também já está completa, a Tsukimonogatari.

Além disso quero ressaltar que esta lista está sim na ordem do que eu mais gostei para o que eu meeenos gostei, mas TODOS valem a pena serem assistidos.

E aí, assistiu algum dos lançamentos de 20014?
Qual lançamento de 2015 você está mais empolgado para ver?

Mata ne. o/